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APAE - GUARATUBA

Apae de Guaratuba - PR

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Esc Ed Esp Profª Arlete P Nascimento

 

APAE DE GUARATUBA SEDE

Espaço Físico-Pedagógico: A Escola Especial Professora Arlete Pereira do Nascimento, está localizada no bairro Piçarras, situado no município de Guaratuba-PR. Suas instalações prediais são de alvenaria com 40 salas, 16 banheiros, 1 pátio coberto e espaço para atividades externas. Sua iluminação é do serviço público(Copel). As salas de aula possuem boa iluminação. A limpeza é realizada por 2 Zeladoras. Todas as salas são adaptadas dentro das possibilidades, para atender alunos especiais, possuindo portas largas, rampas e mobília adequada. A escola possui um laboratório de informática, sala de fisioterapia, piscina térmica, sala de fonoaudiologia para atender a clientela. Espaço Físico: A Escola foi construída em 5 terrenos doados pelo patrimônio da União, possui 2 prédios. Um dos prédios foi construído com recursos doados pela Alemanha, o outro foi construído com recursos de eventos realizados pela escola e através de doações do senhor Darci Bucci. Espaço Histórico: A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais foi fundada em 14 de maio de 1988, nascendo da necessidade da comunidade Guaratubana em amparar crianças e adultos que possuem necessidades especiais e que até então não eram assistidos. Após visitas na comunidade, a professora Dirlei Nicco Krebes procurou a APAE de Paranaguá, para conhecer os parâmetros legais da criação de uma APAE. Foram então convidados para a primeira reunião 25 pessoas, todos residentes nesta cidade e fazendo parte de todos os níveis sociais nela existente. De inicio conseguiram a cedência de uma casa (nas dependências da Faspar), para iniciar os trabalhos pedagógicos em julho de 1988, já com a casa devidamente organizada para abrigar 12 crianças que haviam sido cadastradas. Foi inaugurada a APAE Guaratuba que recebeu o nome de Escola de Educação Especial Professora Arlete Pereira do Nascimento, em homenagem à Professora Arlete que não mediu esforços junto à prefeitura Municipal de Guaratuba e outros órgãos públicos para angariar fundos, conseguindo assim tornar realidade o funcionamento desta escola, tão necessária à comunidade. Iniciando seus trabalhos pedagógicos e junto com ele, o trabalho de prevenção de excepcionalidade, trouxe-nos à realidade muitos outros casos. A escola que de inicio possuía apenas duas professoras especializadas e quatro voluntárias, necessitou aumentar o número de funcionários, passando a solicitar convênios com órgãos públicos para angariar fundos para sua manutenção. Foi reconhecida como de utilidade Pública Municipal em 15/08/88 sob a Lei nº510, Estadual em 24 de maio de 1989 sob a Lei nº 8992, Federal em 31 de novembro de 1993, Portaria de nº 40, filiada a Federação Nacional das APAES em 27/03/1989, recebeu autorização de funcionamento pela Secretaria do Estado de Educação Especial. Espaço e Estrutura Pedagógico-Administrativo: A Escola de Educação Especial Professora Arlete Pereira do Nascimento possui um quadro funcional, assim distribuído: 23 professores (todos em nível de Magistério. Destes três são Pedagogos, 20 estão em Curso Normal Superior. Todos com Adicional em DM ou Curso de Capacitação em DM), 02 instrutores, 01 professor de Educação Artística, 01 professor de Educação Musical, 01 professor de Educação Física, 01 Coordenadora Profissionalizante, 01 Coordenadora Pedagógica, 01 Diretora, 01 Vice-Diretora, 02 Fisioterapeutas, 01 Dentista, 01 Serviço Social, 02 Zeladoras, 01 Cozinheira, 01 Lavadeira, 01 Almoxarife, 01 Secretário Escolar, 01 Secretária Profissionalizante, 05 Atendentes, 01 Motorista e 01 Auxiliar de ônibus. A escola atende, hoje, 174 educandos de 0 à 56 anos em 03 programas de Educação Infantil, 08 programas de Ensino Fundamental, 01 programa EJA e 10 programas Profissionalizantes. Os níveis hierárquicos do movimento Apaeano são: 1º Federação Nacional da APAES: Responsável pelos rumos e diretrizes estratégicos do movimento Apaeano em pela articulação política, defesa de direitos e ações, em âmbito nacional, em prol da Pessoa Portadora de Deficiência; 2º Federação da APAES do Estado: Responsável pelos rumos e diretrizes estratégicos do movimento Apaeano e pela articulação política, defesa de direitos e ações, em âmbito estadual em prol da Pessoa Portadora de Deficiência; 3º Delegacia Regional: Tem a função de organizar as APAES nas micro-regiões, orientando seus rumos, tendo contato mais direto entre a base e a Federação do Estado. 4º APAE: Prestadora de serviços e atendimentos diretos, articulações e defesa de direitos da Pessoa Portadora de Deficiência nos Municípios. Todos interagindo entre si simultaneamente. A estrutura hierárquica é estatutária e objetiva atender ás necessidades do movimento Apaeano nos seus vários níveis. Atualmente, o conjunto formado pela Federação Nacional, e compreende 21 federações dos Estados, 176 delegacias regionais e 1.733 APAES filiadas que formam uma grande rede do maior movimento filantrópico do mundo, na área de defesa de direitos, atendimento e garantia da Qualidade de vida das pessoas portadoras de Deficiência. APAE: Escola de Educação Especial Professora Arlete Pereira do Nascimento: Área Saúde; Área Educacional; Área Assistência Social; Área Esporte, Lazer e Cultura; Área de Trabalho. O desenvolvimento do movimento Apaeano fez com que sua concepção filosófica voltada à defesa de direitos, ao envolvimento das famílias e dos próprios portadores de deficiência bem como à prestação de serviços fosse evoluindo no decorrer dos anos. Em função da história, de cada entidade, do seu contexto geográfico, das dimensões do pais, das concepções de cidadania e de direitos, a natureza dos serviços nas APAEs ainda podem variar muito, mas a ênfase nacional aponta deficiência como pessoa humana, portadora de direitos de cidadania, dotada de sentimentos, emoções, elaboração mental FENAPAEs/ projeto águia, 1998, p.15. Educação Especial, enquanto modalidade da educação escolar, organiza-se de modo a considerar uma aproximação sucessiva dos pressupostos e da prática pedagógica social da educação inclusiva, ao cumprir os dispositivos legais vigentes em nosso país. Porém, é importante certificar-se de que existe envolvimento, em menor ou maior grau por partes dos diferentes segmentos participantes deste processo, pois não são os dispositivos legais que definem, por si só, o projeto educacional, mas a forma como a legislação é operacionalizada na realidade escolar. Assim, enquanto modalidade de educação escolar, entende-se com educação especial um conjunto de recursos e serviços educacionais especiais organizados para apoiar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação formal dos educandos que apresentem necessidades educacionais muito diferentes da maioria das crianças e jovens. Tal compreensão nos permite definir a educação especial numa perspectiva de inserção social ampla, historicamente diferenciada de todos os paradigmas até então exercitados como modelos formativos, técnicos e limitados de simples atendimento. Trata-se, portanto, de uma educação escolar na qual suas especificidades, em todos os momentos, devem estar voltadas para a prática da cidadania. Constrói-se assim, uma instituição escolar dinâmica que valorize e respeite a diversidade do aluno, e na qual o aluno seja sujeito de seus processos de conhecer, aprender, reconhecer e produzir a sua própria cultura. Os sujeitos destes processos são educandos que apresentam, predominantes, necessidades especiais, temporários ou não. São cidadãos com possibilidade de aprendizagem que podem requerer um ato pedagógico diferenciado dos demais alunos, exigindo uma postura institucional que preserve o princípio elementar do ato educativo. Assim sendo, a educação especial se insere na transversalidade dos diferentes níveis de formação escolar (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio e Superior) e na interatividade com as modalidades da educação escolar de jovens e adultos e a educação profissional. A proposta da Apae Educadora: a Escola que buscamos é a definição e construção de um projeto pedagógico de âmbito nacional, ou seja, em cada uma das instituições escolares do movimento Apaeano, podendo ser operacionalizada em duas frentes de ações. A primeira desenvolvida no interior do próprio movimento, introduzindo a educação escolar, utilizando-se das normas comuns as instituições pedagógicas e oferecendo níveis de educação infantil, ensino fundamental e as modalidades de educação de jovens e adultos e educação profissional. A segunda frente de ação volta-se aos princípios de parcerias interinstitucionais, tendo como referência o processo político social de formação de portadores de deficiência e garantia das ações coletivas que permitem propiciar o pleno desenvolvimento das potencialidades sociais, afetivas e intelectuais do aluno. ESPAÇO PARA O PROJETO PEDAGÓGICO: A proposta APAE Educadora: A Escola que Buscamos expressa as aspirações e expectativas do Movimento Apaeano quanto à sua atuação educacional, por meio de um projeto político-pedagógico voltado para educandos portadores de deficiência mental e outra(s) deficiência(s) associada(s), atuando com a modalidade educação especial na oferta dos seguintes níveis e modalidades de ensino: - Educação Básica, integrada pelos níveis de: - Educação infantil; - Ensino fundamental (fases iniciais); - Educação de jovens e adultos; - Educação profissional. Na proposta APAE Educadora: A Escola que Buscamos são delimitados os grupos de educandos atendidos segundo as modalidades de educação e ensinos para quem se destinam os esforços e recursos, estabelecendo critérios de natureza pedagógica, contextual, técnica, tecnológica e institucional, para organizar-se e capacitar-se para operacionalização de sua proposta pedagógica, conforme se demonstra a seguir: -Níveis e ModalidadesDe Educação e Ensino: -Educação Infantil; -Ensino Fundamental; -Educação de Jovens e Adultos e Educação Profissional. Na Educação Infantil são atendidos Educandos portadores de Necessidades Educativas Especiais, tais como: -Crianças com deficiência Mental; -Crianças com atraso no Desenvolvimetno neuropsicomotor; -Crianças com deficiência mental associada à outra(s) deficiência(s). No Ensino Fundamental: -Crianças, jovens e adultos com deficiência mental associadas, ou não, à outra(s) deficiência(s). Na Educação de Jovens e Adultos e Educação Profissional: - Jovens e adultos com deficiência mental associada, ou não, à outra(s) deficiência(s). O atendimento proposto é de caráter pedagógico, estando qualquer intervenção de natureza clínica e psicopedagógica subordinada ao cumprimento das metas educativas previstas e operacionalizadas no currículo escolar. Desse modo, a proposta desenvolve suas ações, construindo espaços educacionais favoráveis à escolarização e formação dos alunos, focalizando o convívio social e qualificação para o trabalho. Assim, as escolas avaliam e planejam condições que favorecem o desenvolvimento, a aprendizagem e a socialização de seus educandos. De acordo com as características e peculiaridades de seus educandos, as escolas da APAE podem atuar em uma ou mais das seguintes fases: Fase I – Educação Infantil – viabilizada por meio dos programas de educação precoce e educação pré-escolar, de modo a atender crianças na faixa etária de zero a seis anos, bem como oferecer apoio e suporte às famílias; Fase II – Escolarização Inicial – destinada a educandos na faixa etária de sete a catorze anos; correspondente ao 1º ciclo do Ensino Fundamental. Fase III – Escolarização e Profissionalização – desenvolve programas de alfabetização e pós-alfabetização correspondentes ao 1º e 2º ciclos do Ensino Fundamental na modalidade de Jovens e Adultos. Essa fase contempla, ainda, Programas Pedagógicos Específicos por meio de currículos personalizados e de Formação Profissional que objetivam a iniciação e a qualificação para o trabalho, possibilitando o encaminhamento do aluno para o mundo do trabalho. A função normativa da educação estende-se ao ensino e ao mundo do trabalho, realizando-se por meio da integração dos níveis de ensino que se complementam em etapas sucessivas, levando a composição de um bloco de conhecimentos e à formação de habilidades e atitudes calcadas em valores éticos e na participação. Educação Infantil: A Educação Infantil é a primeira etapa da educação básica e objetiva o desenvolvimento integral da criança nos aspectos físico, psicológico, intelectual e social. Esse dispositivo evidencia a convicção de que o processo educacional inicia-se no nascimento da criança e realiza-se como um processo contínuo que contribui para a formação do ser humano. Nas escolas da APAE e educação infantil realiza-se na Fase I, organizando-se por meio de dois programas: a) Programa de Educação Precoce: Define-se como programa educacional especializado, preventivo, destinado a crianças na faixa etária de zero a três anos, com problemas evolutivos decorrentes de fatores genéticos, orgânicos e/ou ambientais. Realiza-se por meio de atividades educacionais e psicopedagógicas desenvolvidas por profissionais qualificados em colaboração com a família. São elegíveis para ingresso no programa às crianças: a) consideradas de risco; b) com deficiência mental e outras deficiências associadas a esta; c) com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. b)- Educação Pré-escolar: Destinado a crianças de quatro a seis anos de idade, visa proporcionar condições adequadas e favoráveis ao seu desenvolvimento nas dimensões física, emocional, cognitiva e social. A educação pré-escolar realiza-se em complementação à ação da família, sendo considerada um direito da criança, conquanto não efetivada como obrigatória nos sistemas educacionais. Desse modo, são incipientes as ofertas nas cidades brasileiras. Na escola especial da APAE Educadora, são elegíveis para ingressar na educação pré-escolar, crianças: a)egressas no programa de educação precoce da Escola APAE e de outras instituições; b)com deficiência mental associada, ou não, a outras deficiências; c)com atraso no desenvolvimento, caso não existam pré-escolas na comunidade. c) Ensino Fundamental: O Ensino Fundamental consolida-se na LDB (1996) como segunda etapa da educação básica e realiza-se por meio de conteúdos curriculares que integram conhecimentos úteis ao exercício da cidadania, incorporados a valores éticos e estéticos e que contemplem a auto-estima do aluno e atitudes adequadas ao convívio social. Enfim, currículos que façam com que o educando comprometa-se co posturas relevantes para sua vida pessoal e coletiva. Na estrutura operacional-funcional proposta pela APAE Educadora, o ensino fundamental realiza-se: Fase II – por meio do ciclo da Escolarização Inicial para os educandos na faixa etária de sete a catorze anos de idade; Fase III – por meio do ciclo de Escolarização e Profissionalização com a oferta dos Programas de Escolarização de Jovens e Adultos e programas Pedagógicos Específicos, de modo interdisciplinar com a área de Formação Profissional. Fase II – Escolarização Inicial O programa objetiva a formação integral do aluno por meio de sua escolarização. Contempla o 1º ciclo do Ensino Fundamental que tem por base para construção de seus objetivos e definição de conteúdos os Parâmetros Curriculares nacionais do Ensino Fundamental (MEC/SEF, 1998) com as devidas adaptações curriculares e complementares que se fizerem necessárias, bem como o desenvolvimento de currículos funcionais de acordo com as necessidades e peculiaridades dos educandos. São elegíveis para o ingresso na Fase II do ensino fundamental educandos com deficiência mental: a) egressos na pré-escola da APAE e de outras instituições especializadas; b) oriundos da comunidade com deficiência mental e outra(s) associada(s) a esta; c) encaminhados pelas escolas do sistema regular de ensino indicado pelo processo avaliativo para esse atendimento. Fase III – Escolarização e Profissionalização A fase de Escolarização e Profissionalização é destinada a educandos acima de 14 anos de idade, constitui-se e um ciclo de atendimento com a oferta de três programas: Escolarização de Jovens e Adultos, Formação Profissional e Programas Pedagógicos Específicos, que visam a atender às necessidades e possibilidades de seu alunado. Para as pessoas com deficiência mental, essa prerrogativa legal merece consideração. Tendo em vista suas perspectivas escolares, a orientação da APAE Educadora consiste em oferecer-lhes educação profissional de nível básico, destinada à qualificação, requalificação e reprofissionalização de trabalhadores, independente de escolaridade prévia , como preconiza o referido decreto (artigo 3º, inciso I). São elegíveis para ingressar na Fase III do ensino fundamental para os atendimentos de Escolarização e Profissionalização os educandos portadores de deficiência mental: a) egressos dos programas da Fase II da APAE Educadora; b) transferidos de outras unidades da APAE ou outras instituições; c) encaminhados pelas escolas regulares dos sistemas de ensino; d) oriundos da comunidade, sem escolarização anterior. a) Escolarização de Jovens e Adultos: A modalidade educativa para jovens e adultos fundamenta-se em considerações de natureza social, ética e política, considerando a importância dos preceitos legais que garantem o direito de ensino fundamental às pessoas de todas as faixas etárias, de modo a beneficiar os que ultrapassaram a idade de escolarização regular. A flexibilidade curricular revela-se positiva, particularmente no atendimento às necessidades específicas de alunos portadores de deficiência. Pode depreender a importância dessa adequação no seguinte texto da proposta curricular do MEC para jovens e adultos (Ribeiro, 1999). O programa de jovens e adultos das Escolas das APAEs de acordo com a APAE Educadora orienta-se, ainda, para a consideração do contexto sociocultural do aluno, visando à aquisição de competências e habilidades que permitam ao aluno uma formação favorável à sua inserção na vida comunitária e ao mundo do trabalho. Deve contemplar conhecimentos acadêmicos adequados às suas condições pessoais, o domínio da leitura e da escrita, das operações matemáticas básicas e conhecimentos sobre a natureza e s sociedade. b)Formação profissional: A nova LDB atribui à Educação Profissional uma abrangência que se estende desde o reconhecimento do valor educativo do que se aprendeu na escola e no próprio ambiente de trabalho, até a possibilidade de expandir sua formação continuada. Segundo Carneiro (2000), o trabalhador pode ter a certificação de conclusão de seus estudos a partir dos conhecimentos adquiridos. A vinculação da educação profissional ao desenvolvimento de capacidades para a vida produtiva serve de base para as ações propostas pela APAE Educadora quanto à formação do indivíduo. Desse modo, os currículos devem contemplar também o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias para o exercício profissional. O programa de Formação Profissional na proposta APAE Educadora considera três etapas: 1) – Iniciação para o Trabalho 2) – Qualificação para o Trabalho 3) – Colocação no Trabalho 1. Iniciação para o Trabalho: Caracteriza-se por contemplar ações voltadas para a identificação das potencialidades dos educandos, o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias à atividade laboral. 2. Qualificação para o Trabalho: Trata-se de um programa que visa à qualificação do educando para o mundo do trabalho, considerando, ou não, o nível de escolaridade do mesmo. Realiza-se por meio de cursos de habilitação profissional de nível básico, na instituição APAE ou em agências formadoras da comunidade e ainda por meio de treinamento profissional na instituição ou em ambientes reais de trabalho. 3. Colocação no Trabalho: A colocação no trabalho consiste na inserção do educando em algum tipo de atividade laborativa, primordialmente competitiva, e sempre condizente com as condições físicas, aspirações pessoais e potencial do educando, assim como as possibilidades existentes na comunidade. Desse modo, propõe-se a Colocação no Trabalho ns seguintes possibilidades: emprego competitivo apoiado e não-apoiado e trabalho autônomo. - Emprego Competitivo Não-Apoiado (Tradicional) – consiste fundamentalmente em ajudar o aprendiz na busca de uma atividade profissional dentro do perfil solicitado pelo empregador, para o qual não necessita de apoio especializado. - Emprego Competitivo Apoiado – é a modalidade de emprego em que o aprendiz necessita de um maior apoio em razão de particularidades de sua deficiência que pode ser de ordem física, mental, sensorial, múltipla ou ainda social. - Trabalho Autônomo – caracteriza-se pela atuação profissional sem vínculo empregatício. Este envolve administração de recursos, aquisição de encomendas e comercialização, marketing e vendas. b)Programas Pedagógicos Específicos: Os Programas Pedagógicos Específicos inserem-se na proposta curricular da APAE Educadora destinando-se aos educandos, a partir de catorze anos de idade, portadores de deficiência mental, associada, ou não, a outras deficiências. São alunos que por possuírem alterações profundas no processo de desenvolvimento, aprendizagem e adaptação social requererem uma proposta educacional diferenciada que atenda às suas necessidades específicas. São elegíveis para esses programas os seguintes alunos: a) oriundos do programa de escolarização inicial da escola da APAE; b) transferidos de outras unidades da APAE e outras instituições congêneres; c) oriundos da comunidade, sem escolarização anterior. Caracterização da Proposta de Gestão/ Trabalho Pedagógica: A elaboração da proposta orientadora das ações educacionais da Apae Educadora: A escola que buscamos nasce da vontade definir ações educacionais previstas no plano estratégico – Projeto Águia, e ao mesmo tempo, pela preocupação em estabelecer linhas gerais norteadoras para o Movimento Apaeano, quanto ao seu compromisso social frente a atual política educacional brasileira, criando programas educacionais ofertados pelas escolas das Apaes. O trabalho tem como base os princípios normativos vigentes da educação nacional e a prática do Movimento Apaeano, há quase cinco décadas atuante no Brasil. Constitui-se, em um esforço permanente, na busca de uma educação mais igualitária e justa para todos os cidadãos brasileiros, independentemente de suas condições pessoais ou sociais, e garante uma aproximação com o sistema educacional brasileiro, como pré-requisito para a melhoria de suas condições de vida. Além disso, visa suprir as necessidades de atender as demandas sociais latentes e sistematizar, na medida do possível, as ações pedagógicas das APAEs, dentro de uma perspectiva formal de escolarização para a vida. São aspectos importantes que se fazem presentes nessa transformação e alguns desafios colocados a Educação Especial. A preocupação foi de agrupar algumas discussões sobre a complexa temática educacional a partir de diferentes perspectivas de alguns educadores e experiências dentro do próprio movimento Apaeano. É como eles sentem, vivem e se organizam em seu pensar e fazer o cotidiano pedagógico. Amparada pelos dispositivos normativos, a APAE Educadora: A escola que buscamos propõe um conjunto de ações pedagógicas, tendo como princípio a Educação Especial, enquanto uma das modalidades de educação escolar brasileira que se organiza de modo a buscar a inclusão social – paradoxo de uma sociedade global que pressupõem que todos os cidadãos tenham acesso aos diferentes serviços e usufruto dos bens materiais disponíveis. Em vista disso, apresenta esta proposta na tentativa de criar uma nova forma de ver a realidade nas relações entre diversidades, diferença e deficiência, rompendo com preconceitos e mecanismos de exclusão e de segregação social. A legislação existente no país constitui o primeiro aspecto, pois a partir desta base legal foi possível assegurar a legitimidade das ações para a garantia de direitos sociais básicos a toda pessoa portadora de deficiência. A proposta tem como ponto de partida a construção de uma escola que tenha o compromisso para com todas as pessoas portadoras de deficiência mental. Além disso, visa suprir a necessidade de entender as demandas sociais latentes e sistematizadas. As ações pedagógicas das escolas das APAEs, dentro de uma perspectiva formal de escolarização para vida, caracteriza-se como instrumento de identidade das ações educacionais do movimento apaeano, expressa pelo compromisso de materializar o direito de todos a uma educação de qualidade. · Participação em atividades sistêmicas (reuniões, planejamento, palestras): As reuniões são quinzenais envolvendo o corpo docente e pessoal técnico administrativo da escola, sendo professores, instrutores, pedagogos, psicólogos, serviço Social, serviço médico, serviço de fisioterapia, serviços de terapia Ocupacional. Buscando desenvolvimento na atuação do processo de ensino -aprendizagem do educando, vivenciando no saber sistematizado, tendo em vista apropriação, construção e recriação de conhecimentos adquiridos pelos educandos. Compromisso assumido com o conjunto da escola através destas reuniões coletivas, planejadas, avaliadas e documentadas. · Conselho de Classe: A orientação se dá através dos coordenadores pedagógicos e profissionalizantes da escola, participação de todo corpo docente, quando necessário são convidados pais e alunos com objetivo de melhoria de qualidade de vida do aluno, tanto educacional quanto social, acontecendo sempre que se faz necessário. Hora-estudo/Atividade/Planejamento: Com orientação dos coordenadores pedagógicos e profissionalizantes os professores dispõem de uma hora semanal para por em prática todas as atividades pedagógicas necessárias à complementação de sua atuação de sala de aula. · Estudos de Formação Continuada: A escola oferece a disponibilidade de horário a todos os funcionários que possuem interesse a dar continuidade a seus estudos. Também busca curso de aperfeiçoamento profissional, oferecendo a todos. · Reunião de Pais: Dá-se uma vez ao mês ou conforme necessidade, oferecendo palestras ministradas por profissionais capacitados da escola e atividades culturais pertinentes ao calendário escolar. Ofertas de Cursos: A Escola de Educação Especial Professora Arlete Pereira do Nascimento, oferece de acordo com a Proposta Política-pedagógica, os seguintes cursos: o Educação Infantil; o Ensino Fundamental; o Educação de Jovens e Adultos; o Ensino Profissionalizante.

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